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45- Intervenção Final

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    Ailyak (ay-lyak) é uma palavra intraduzível do que vem do búlgaro e significa a arte de fazer tudo com calma, sem pressa, enquanto aproveita o processo e a vida em geral. Afirmo que essa foi a intenção gênesis e geral do grupo, isto é, nosso objetivo número um foi e continua sendo gerar sensações. E foi exatamente nesse processo que aprendemos a ter nosso primeiro contato com a arquitetura, foi criando sensações, a princípio, foi observando inúmeras pessoas e famílias interagindo e nos dando um pouco de seu tempo para aproveitar o que havíamos construído. Talvez Ailyak não tenha sido o projeto ideal ou o mais perfeito ou bem planejado, mas com tudo o que tínhamos e em tão pouco tempo, já nos satisfez justamente pela quantidade de momentos, sensações e experiências sensoriais criadas. A escolha pelo Jardim Sensorial do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG se deu após a exploração do conjunto de espaços do MHNBJ, em que foi avistado esse lugar que parecia esta...

44- Processo de produção da intervenção

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A intervenção espacial selecionada no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG passou por diversos processos, desde a seleção do local até o planejamento e produção da própria intervenção. o projeto foi concebido desde o início até sua forma final, que se deu com a produção física. Desde o começo do planejamento, a ideia era integrar todo o espaço que compunha o Jardim Sensorial para que todo o ambiente se encaixasse nessa proposta sensorial. Inicialmente algumas ideias foram trabalhadas como a inserção de uma "cortina" de tecido ou peças de plástico para tentar trabalhar a diluição do pórtico inicial, o que acabou se provando algo que criaria um efeito contrário ao que gostaríamos de atingir. Pensamos também em elementos visuais e de tato que intensificassem as percepções dos sentidos, como pedrinhas e pisos táteis. Além disso, foi pensado também o uso de uma fonte de água, que trabalharia o som ambiente, em conjunto com o uso de carrilhões de bambu na entrada. ...

43- Storyboard do projeto de intervenção

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 Inicialmente, o grupo elaborou um Storyboard pensando em ideias e elementos para elaborar na intervenção final. Idealizamos o uso de placas coloridas que refletem a luz do sol no chão, de objetos que explorem o tato, como pedrinhas, e de uma fonte que fizesse som de água. Posteriormente, alinhamos a ideias e também trouxemos novos elementos para nosso trabalho. Eliminamos a ideia da fonte e procuramos trabalhar, através dos próprios materiais e provocações, a representação da água e não ela em si. Para isso fizemos testes com papel aluminizado e celofane azul, que conseguiram o efeito desejado à luz do sol e se posicionavam como trepantes na cerca-viva. Também acrescentamos a eletrônica na entrada do jardim, que por um sensor de movimento, ativava um som quando algém passava frente, convidando a adentrá-lo, e uma rede de tecidos translúcidos que preenchiam o espaço vazio entre as duas estufas.

42- Medições e levantamentos para o Jardim Sensorial

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 Croqui com as medições do Jardim Sensorial, feitas em aula: Com isso, pensamos também no que pretendemos realizar fisicamente no local, e chegamos ao consenso de explorá-lo visualmente, por meio da formação de imagens e reflexos no ambiente, com uso de papel celofane colorido e papel aluminizado, valendo-se da luz do sol, muito presente no espaço.

41- Performance Jardim Sensorial

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Visando explorar e conhecer a espacialidade do Jardim Sensorial, fizemos uma performance corporal em grupo no espaço, incorporando também um pouco de vergonha coletiva:

40- Entrevista e percepções no Jardim Sensorial

Com intuito de conhecer melhor o Jardim Sensorial, para assim fazermos a intervenção, realizamos entrevistas com alguns visitantes e funcionários do parque e anotamos também algumas percepções: ROTEIRO Enunciado: Gostaria que nos relatasse qual a sua relação com o MHNJB, se conhece o Jardim sensorial e que tipo de realizações te atrai para esse espaço?  Perguntas chaves: -Quais os motivos te trouxe a esse espaço? -Por acaso teria algum espaço/atividade que não nos recomendaria vivenciar? Qual o motivo? -Relate um pouco sobre o que conhece do surgimento da intituição.  -Me fale um pouco mais se o espaço te remete alguma vivência do dia a dia. -Relate um pouco mais sobre como o espaço (Museu/Jardim Sensorial) te afeta? -Como acha que o espaço é utilizado e qual a sua representatividade para o museu. O que faria nele, caso decidisse utiliza-lo? -Relate um pouco sobre quais elementos considera simbólico no Jardim Sensorial? -Conte-me se conhece a localização do Jardim Sensorial e ...

39- Sketchup sensitivo individual e do grupo

Produção no Sketchup buscando explorar aspectos sensitivos do Jardim Sensorial do MHNJB:

38- Rede de implicações

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37- Grupos e local da intervenção

Na escolha do local da intervenção, nosso grupo, Elisa, Eduardo, João, Laura, Miguel, Pablo e eu, pensamos em alguns lugares: o ponto da mata com arco e flecha, próximo ao anfiteatro, o pátio aberto com piso de cimento ou o Jardim Sensorial. Por fim, concluímos que o Jardim Sensorial seria um ambiente em que podíamos explorar diversos aspectos, além de fortalecer sua característica principal, o sensorial.

36- Stopmotion final do objeto paramétrico

Em uma nova reformulação do Stopmotion conseguimos representar melhor a proposta do objeto paramétrico. Ao montar e realocar as peças, fecham-se circuitos com os cilindros, que possuem em seu interior atuadores sonoros. Com isso, e com as angulações e diferentes diâmetros e tamanhos dos cilindros, sons diferentes são produzidos, mudando-se a intensidade ou frequência. Também há uma proposta que lembra os tubos sonoros, fechados ou abertos, por meio das tampas, que aumentam as possibilidades de parametrização.

35- Storyboard e Stopmotion do objeto

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Na criação do objeto paramétrico em grupo, fizemos um storyboard inicial com a proposta de movimento dele: Posteriormente produzimos-o em papelão e fizemos uma tentativa de animá-lo em Stopmotion, porém não conseguimos representar muito bem a reprodução dos sons que são produzido ao fechar o circuito das peças com os cilindros:

34- Apectos marcantes do filme Marina Abramovic - A Artista Está Presente

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O filme Marina Abramovic- A Artista Está Presente chamou-me atenção, principalmente, para duas cenas. Em uma de suas produções, Marina e seu namorado, Ulay, representam as relações conjugais de conflito entre homens e mulheres. Porém, a forma com que isso é exposto, com o confronto físico abrupto dos corpos gera espanto pela dor e hematomas que poderiam ser gerados. A pessoalidade do encontro entre Marina e o público, na performance "The Artist Is Present" também se destaca. A atuação da artista em se dedicar a cada visitante com a mesma atenção perante os diferentes sentimentos deles se mostra muito bem feita.

33- Sintegração sobre Heartzberger

Nessa discussão sobre o livro "Lições de Arquitetura" de Heartzberger, nos separmos em grupos para melhor debater e considerar diferentes pontos de vista, o que foi bem produtivo. Rodada 1: Público e Privado; Demarcações territoriais; Diferenciação Territorial; Zoneamento Territorial; De usuário a morador.  Na primeira rodada, fazendo parte do grupo de discussão, decidimos discutir mais os termos em teoria, dando alguns exemplos para tópicos específicos, como por exemplo a gradação entre público e privado, a Ana Carolina citou o exemplo de uma empresa cujo prédio possuí zonas que tem seus públicos de acesso restrito, por exemplo a recepção abriga todos os conjuntos, mas possuem setores que são reservados apenas para os funcionários. Outro exemplo citado foi o cuidado com os ambientes, o exemplo desta vez foi uma biblioteca, cujo os frequentadores se sentiriam responsáveis pelo ambiente e cuidariam dele em conjunto.    Rodada 2: A estrutura como espinha dorsal dege...

32- Desenho demorado no MHNJB

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Em introdução ao processo de construção da intervenção final no Museu de História Natural e Jardim Botânico da Ufmg, escolhemos um possível local em que ela poderia ser realizada e fizemos um desenho demorado dele, ouvindo "Für Alina" de Arvo Pärt. Muro com grades nas entrada na entrada do museu. Inicialmente, pensamos na valorização da entrada com um intuito de oferecer chamamento ao público, buscando "trazer um pouco do museu para fora", para a fachada, por meio de elementos visuais.

31- Percepções do Museu Maps x Presencial

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Pesquisando o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG no Maps, algumas percepções foram levantadas. A grande dimensão do museu em um contexto urbano se destaca. A Rua Santo Agostinho se caracteriza por suas residências baixas, a presença de um muro bem alto e longo e tendas pontiagudos em um terreno chamam a atenção. Ao entorno também há institutos de pesquisa. Também chama atenção um grande campo desbastado na parte superior do museu. Como apropriação, vemos uma suposta continuidade das ruas para a região do parque. As ruas superiores ao parque se caracterizam por presença de prédios de mais alto padrão. Pelo Maps consegui ver outras construções presentes no museu, que não visitei. Na exploração presencial notamos que o Maps provoca uma diferente percepção. O Museu embora apresente uma relevante área, aparentava ser ainda maior nos seus entornos. As populações das redondezas, embora próximas, não se mostravam integradas à área. Gerou novas possibilidades de visitação també...

30- Seminário design de interação

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 Loop A obra consiste em uma máquina posta em meio público, que possui uma alavanca, assento e telas ao envolto da circunferência. Ao movimentar a alavanaca, as imagens percorrem as telas, fazendo um loop. Embora a velocidade de uso interfira da rapidez de passagem das imagens, a interação se resume a isso. São cenas pré-programadas que o usuário não consegue alterar. Isso limita a programática e a interação. O assento e posição fixa do visitante também colabora para essa implicidade. Less Than Three O artista buscou, por meio de fios luminosos e dois interfones com captação de áudio, explorar a voz do usuário por meio das ligações entre os eles. Ao falar, a voz do visitante é compreendida sonoricamente e atráves disso linhas aleatórias são formadas como compreenssão dela. É uma obra que pode ser bastante explorada devido à sua aleatoriedade e multiplicidade de possibilidades e permite que se brinque com diferentes tons de voz e frases. Contudo poderia ser ainda mais explorada usan...

29- Sintegração sobre abertura

 A dinâmica da aula consistia em em uma série de discussões em grupos de salas diferentes. Em cada sala, desempenhávamos diferentes funções, sendo debatedor, crítico ou observador. Isso foi muito produtivo pois nos deparamos com diferentes pontos de vista e podemos entender melhor o tema. SALA 1 -  Causalística, finalística e programática -OBSERVADOR Eu estava bem perdido e ser observador me ajudou a entender a dinâmica e os textos. O grupo veio com muitas ideias e relações dessas 3 lógicas.   SALA 2 -  "objeto", não-objeto e quase-objeto - CRÍTICO Foi relacionado o texto "Teoria do não-objeto" de Ferreira Gullar com o texto de Flusser ”Obstáculos para remoção de obstáculos”, foi bem produtivo e me fez entender melhor a dinâmica, o pessoal mesmo com dificuldade desenvolveram bem. A discussão principal foi debater e entender como o não-objeto poderia resolver as problemáticas dos objetos, sem também se tornar um problema. SALA 3 -  - OBSERVADOR Os ...

28- Crítica dos objetos paramétricos

 Após a produção da primeira versão dos nossos objetos paramétricos, apresentamo-os em sala e recebemos críticas dos professores e colegas, para posteriormente produzir uma novo. A seguir algumas análises sobre alguns deles: Obejto de Henrique: https://henriqueperrupatoufmg.blogspot.com/2022/07/objeto-parametrico-em-grupo-oficina.html Ele foi construído de peças de papelão triangulares e geométrias, com furos pontuais, entrepassadas por palitos de churrasco. A  firmeza dos palitos possiblitou parametrização no sentido de possibilitar que o objeto se estabilizasse por si só. Contudo, a pequena quantidade de furos limita um pouco as composições e as dobras das peças poderia ter sido utilizada para aumentar possibilidades. Objeto de Jade: https://matesjade.blogspot.com/2022/06/26-objeto-parametrico-individual.html O objeto foi contruído de peças de papelão irregulares, com furos, ligadas por arames maleáveis. Partindo da mesma ideia de peças e pontos de conexão, trazer o arame pa...

27- Inhotim

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No dia 29 de maio fizemos uma visita ao museu Inhotim. Primeiramente, selecionamos uma galeria, a de Lygia Pape e realizamos uma série de atividades nela: -  Entramos e fruimos longamente a obra sem ler sua descrição. - Em seguida, lemos a descrição da obra e tornamos a observá-la. Também fizemos algumas observações e percepções da obra e do espaço : Ao se deparar com a galeria, nos chamou a atenção a forma da construção, geometrizada, que remete a um cubo distorcido. Embora contrastante o concreto e o verde e  o geometrismo e o org ânico, a construção parece estar integrada com a natureza, é como se estivesse adentrando na terra. As trepadeiras subindo-a também a integra.   Adendandro-a, fomos avisados sobre o cuidado com o ambiente escuro. Apesar disso, ainda ficamos muito surpresos, pois o interior é realmente muito escuro, ao ponto de perdermos a noção de localização no espaço. Ao passar por esse corredor, chegamos ao ambiente da obra, uma sala repleta de fios de...

26- Objeto paramétrico de papelão

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Estimulados a trabalhar com a exploração paramétrica e conceitos de programática, elaboramos em grupo um projeto e executamos, individualmente, um objeto de papelão. Procurou-se formar um elemento abstrato, configurável e dinâmico, que não limitasse a interação com a obra. Segue o objeto produzido por mim: Tentei explorar diferentes recortes e figuras geométricas, o uso de três cilindros centrais, que possibilitam o giro, além das dobras e de algumas formas em 3D. Contudo, com as críticas em sala, notamos que a simetria de posição dos furos ainda é fator limitante, embora o uso constante de dobras seja um aspecto muito interessante a ser explorado.

25- Stopmotion final

 

24- Gincana objeto paramétrico em grupo

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  Nosso grupo pesquisou e desenvolveu em aula conceitos de Cardboard design e slicing, objetos e obras em papelão e o parcelamento da impressão 3D, que pode gerar objetos mais ou menos detalhados a depender do númeor de fatias. Posteriormente fizemos alguns esboços em papel e no Sketchup com ideias para a criação dos nossos objetos paramétricos.

23- Questão sobre texto "Teoria do Não-Objeto"

 Desevolvimento sobre o texto "Teoria do Não-Objeto" de Ferreira Goulart      Fato que chamam a atenção no texto de Ferreira Goulart é problematização do quadro branco, que também foi citado em aula. Fica-se o questionamento se ele é realmente um ponto de partida ou se pré composições favorecem o desenvolvimento de uma obra. Também se destacou o abandono, por parte da pintura, da representação. O quadro deixa de ser uma "janela" e os conceitos de tela e molduram se fragmentam, trazendo a obra espacial com significação e interatividade em detrimento da contemplação.    Com isso as discussõs subjetivas do que é ou não arte surgem e vale-se o questionamento se essa figuração concreta consegue e deve se desvincular da sua "objetividade" concreta e escultural.

22- Dinâmica Sketchup em aula

Em introdução ao Photoshop, fizemos três cubos de diferentes dimensões, e um quarto, desconstruído e abstrato, utilizando ferramentas do programa.

21- Crítica estruturada dos stopmotions em grupo

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  Em aula, grupos foram divididos para que críticas fossem feitas sobre os stopmotions produzidos até então. O meu grupo é composto por: Luiz, Wilhiane, Raquel, Lucca e Laura. Dentre esses, analisaremos os stopmtions de Raquel e Whilhiane e o storyboard de Luiz. Wilhiane: https://youtu.be/HTVmT7DtOmQ        Gostamos bastante da mistura de cores e da "aleatoriedade" das formas e disposição das figuras durante o vídeo, pois seguiu a lógica programática de Flusser. Vale ressaltar, que ela não trabalhou muito bem a questão do tempo de cada composição. Outro ponto que chamou atenção   foi a escolha da música, que embora deixou um ar misterioso no vídeo,   não se encaixou muito bem com a disposição das imagens.   Raquel:  https://youtu.be/Gz8pNomVEmo       Achamos bem interessante a escolha das imagens que compõem a transição, pois também seguem a lógica programática de Flusser. Ela poderia ter tra...

20- Novos desenhos Praça da Liberdade

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 Fizemos mais desenhos na Praça da Liberdade, novamente envolvendo conceitos de perspectivas e pontos de fuga. Ed. Escola de Design Uemg Prédio da Hamburgueria Xodó Prédio Espaço do Conhecimento Ufmg

19- Desenhos rápidos na Praça da Liberdade

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 Nessa atividade, fizemos sucessivos desenhos do tronco de uma arvore, explorando diferentes perspectivas de visão e tempos decrescentes para o desenho, procurando explorar o traço solto. Ao final, trocamos um dos desenhos com os colegas para a sobreposição com novos desenhos, sob perspectivas individuais.