27- Inhotim



No dia 29 de maio fizemos uma visita ao museu Inhotim. Primeiramente, selecionamos uma galeria, a de Lygia Pape e realizamos uma série de atividades nela:

Entramos e fruimos longamente a obra sem ler sua descrição.
- Em seguida, lemos a descrição da obra e tornamos a observá-la.


Também fizemos algumas observações e percepções da obra e do espaço:

Ao se deparar com a galeria, nos chamou a atenção a forma da construção, geometrizada, que remete a um cubo distorcido. Embora contrastante o concreto e o verde e  o geometrismo e o orgânico, a construção parece estar integrada com a natureza, é como se estivesse adentrando na terra. As trepadeiras subindo-a também a integra.  Adendandro-a, fomos avisados sobre o cuidado com o ambiente escuro. Apesar disso, ainda ficamos muito surpresos, pois o interior é realmente muito escuro, ao ponto de perdermos a noção de localização no espaço. Ao passar por esse corredor, chegamos ao ambiente da obra, uma sala repleta de fios de cobre esticados e alinhados, que, ao reflexo das luzes amareladas, formavam uma composição muito interessante. Apesar de não ser uma composição super produzida e tecnológica, gostei da obra em si. O resultado final do jogo de luzes cria efeitos bem interessantes, que, dependendo no ângulo de visão, podem fazer aparecer ou ocultar fios.

E fizemos alguns desenhos dela:

     


Por fim, fizemos um passeio incrível pelo museu, visitando mais diversas galerias e obras:




















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