Com o intuito de fazer uma animação em Stopmotion, fomos orientados a produzir uma espécie de planejamento em quadros para a composição: Compondo com a imagem de Gabriela Adachi , temos um projeto inicial de um elemento luminoso que chega à imagem e atinge o prédio, percorrendo-o e iluminando-o.
Inicialmente, o grupo elaborou um Storyboard pensando em ideias e elementos para elaborar na intervenção final. Idealizamos o uso de placas coloridas que refletem a luz do sol no chão, de objetos que explorem o tato, como pedrinhas, e de uma fonte que fizesse som de água. Posteriormente, alinhamos a ideias e também trouxemos novos elementos para nosso trabalho. Eliminamos a ideia da fonte e procuramos trabalhar, através dos próprios materiais e provocações, a representação da água e não ela em si. Para isso fizemos testes com papel aluminizado e celofane azul, que conseguiram o efeito desejado à luz do sol e se posicionavam como trepantes na cerca-viva. Também acrescentamos a eletrônica na entrada do jardim, que por um sensor de movimento, ativava um som quando algém passava frente, convidando a adentrá-lo, e uma rede de tecidos translúcidos que preenchiam o espaço vazio entre as duas estufas.
Reformulação das fotografias de luz e sombra com a criação de novo objeto de papel, envolvendo alguns conceitos de indefinição de objeto, escala de de tons e uso do preto e branco como forma de evidenciar destaques e sombras.